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O Pouso, Café e Cultura está localizado no Centro Histórico de Pirenópolis, em frente à antiga casa paroquial e à famosa cruz que hoje, popularmente, nomeia a rua em que se localiza. O antigo casarão que o abriga é todo decorado com móveis de época, um verdadeiro convite para os tempos coloniais.

Em sua área externa encontramos um lindo jardim com inúmeras espécies de flores, plantas e árvores, que dão um charme todo especial para o local. Sua área externa conta também com uma Jacuzzi e salão para refeições.

O Casarão possui ainda uma sala oriental com várias peças de colecionador, área de lazer, biblioteca, estacionamento privado e acesso wi-fi. Além disso, a pousada oferece um variado café da manhã, estilo francês, e um delicioso chá da tarde.

Mesmo estando a poucos minutos dos principais atrativos da cidade; o Pouso, Café e Cultura proporciona tranquilidade e sossego para os seus hospedes que muitas vezes vem em busca da calmaria do interior.

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Salão para refeições: decorado com todo carinho e requinte para agradar quem mais merece; você.

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Jardim: para você se reunir com os amigos, a família ou a pessoa amada e bater aquele papo gostoso.

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Área externa com Jacuzzi; com capacidade para até 07 pessoas, para você relaxar ao ar livre.

Um pouco mais sobre a nossa história

O casarão do Pouso, Café e Cultura foi construído no ano de 1910 pelo escravo alforriado Francisco José de Sá, vulgo Chico de Sá, na intenção de abrigar o primeiro farmacêutico da cidade, o alemão Sr. Fritz. Sua alforria foi comprada por seu pai, homem branco casado com uma negra, na sua cerimônia de batismo pelo valor de 32 oitavos de ouro (equivalente a 162 gramas). Posteriormente, a filha de Chico, Maria Conceição de Sá Oliveira, se casou com João Bazilio de Oliveira, com quem teve 11 filhos, dentre eles: Isócrates de Oliveira. Isócrates morreu em 11 de junho de 1999, deixando o casarão para sua esposa e filho, Isócrates Júnior. O sonho de sua esposa era ver o casarão se tornar uma pousada, e assim nasceu o Pouso, Café e Cultura. Isócrates Júnior cuidou da pousada por alguns anos até o falecimento de sua mãe, mas por falta de recursos e tempo a vendeu para Rodrigo Artiaga, que se comprometeu a preservar a memória de Isócrates e honrar o desejo de sua esposa.